Também espero. Que ele nem tenha tempo pra saudades nem pra nada (e nunca um "nada" foi tanto) do que tem humanizado a nossa dor.
Na Barra do Una ou na Costa do Sauípe, de olhos fechados, quase posso ver: o Leo correndo pelado.
Correndo de si mesmo, correndo de nós. Correndo dos nós. E rindo.
Obrigada por derramar poesia nas minhas Cafuzões. Obrigada por nunca ter me cumprimentado (rsrs), me dando assim a surpresa - o privilégio - das suas palavras.
Há tempos eu não via tanta força (e tanta emoção) nas entrelinhas.
Então agradeço ao Leo, que de longe continua sendo o melhor de todos nós. Como você bem disse.
Muito obrigada. Muito obrigada por dizer (tudo).
E se me permite, vou ficar por aqui, passeando distraída. Visitando a sua espontaneidade.
Deixo meu respeito (que de todos nós, era você no olho do furacão).
Um comentário:
Também espero. Que ele nem tenha tempo pra saudades nem pra nada (e nunca um "nada" foi tanto) do que tem humanizado a nossa dor.
Na Barra do Una ou na Costa do Sauípe, de olhos fechados, quase posso ver: o Leo correndo pelado.
Correndo de si mesmo, correndo de nós. Correndo dos nós. E rindo.
Obrigada por derramar poesia nas minhas Cafuzões. Obrigada por nunca ter me cumprimentado (rsrs), me dando assim a surpresa - o privilégio - das suas palavras.
Há tempos eu não via tanta força (e tanta emoção) nas entrelinhas.
Então agradeço ao Leo, que de longe continua sendo o melhor de todos nós. Como você bem disse.
Muito obrigada. Muito obrigada por dizer (tudo).
E se me permite, vou ficar por aqui, passeando distraída. Visitando a sua espontaneidade.
Deixo meu respeito (que de todos nós, era você no olho do furacão).
E era um furacão cego.
Beijo e poesia!
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