terça-feira, 22 de junho de 2010

Costa do Sauípe.

Espero que onde você esteja não exista saudade.
Pois a saudade que sai daqui é dolorosa demais.

Para Leo, onde quer que esteja.

Um comentário:

Alê Ferraz disse...

Também espero. Que ele nem tenha tempo pra saudades nem pra nada (e nunca um "nada" foi tanto) do que tem humanizado a nossa dor.

Na Barra do Una ou na Costa do Sauípe, de olhos fechados, quase posso ver: o Leo correndo pelado.

Correndo de si mesmo, correndo de nós. Correndo dos nós. E rindo.

Obrigada por derramar poesia nas minhas Cafuzões. Obrigada por nunca ter me cumprimentado (rsrs), me dando assim a surpresa - o privilégio - das suas palavras.

Há tempos eu não via tanta força (e tanta emoção) nas entrelinhas.

Então agradeço ao Leo, que de longe continua sendo o melhor de todos nós. Como você bem disse.

Muito obrigada. Muito obrigada por dizer (tudo).

E se me permite, vou ficar por aqui, passeando distraída. Visitando a sua espontaneidade.

Deixo meu respeito (que de todos nós, era você no olho do furacão).

E era um furacão cego.

Beijo e poesia!