Como se não houvesse ar em meus pulmões
Como se eu soubesse como é o paraiso
E de repente fosse expulso dele
E de repente fosse expulso dele
Senti um buraco no tempo
Perdi a noção dos dias
Perdi a noção dos dias
Esquecí que a quinta-feira passou tão rapida
E quando dei por mim, já era sexta
E quando dei por mim, já era sexta
Perdi noção de espaço
Um quarto tão pequeno se tornou tão grande
Um amor tão grande se tornou tão pequeno
Onde só cabia a mim, e mais ninguém
Sentí frio
Quando percebi que estava do lado de fora
E que minha razão de estar lá era nula
E que minhas calças eram leves demais pro clima
Sorrí forçado quando lembrei
Das decisões que haviam por trás
De meus lamentos, e os seus resultados
E seus efeitos colaterais me torturam.
Reviví cada minuto
Assim, em flashes, borrões, luzes amarelas quando notei que tudo havia sido desperdiçado
Um quarto tão pequeno se tornou tão grande
Um amor tão grande se tornou tão pequeno
Onde só cabia a mim, e mais ninguém
Sentí frio
Quando percebi que estava do lado de fora
E que minha razão de estar lá era nula
E que minhas calças eram leves demais pro clima
Sorrí forçado quando lembrei
Das decisões que haviam por trás
De meus lamentos, e os seus resultados
E seus efeitos colaterais me torturam.
Reviví cada minuto
Assim, em flashes, borrões, luzes amarelas quando notei que tudo havia sido desperdiçado
Um segundo após o outro
Eu me ví jogado em um banco de pedra, lépido, tomando a garoa no rosto
E nem uma sopa no prato
Nem um café na xícara
Nem um cigarro no cinzeiro
Nem uma vontade de dormir
Sinto frio, mas um frio de falta de calor
Do calor que queima a alma
Sinto frio, mas um frio que trinca os dentes
Mas por ser amante do inverno, aprendo a me deliciar com isso
Sinto sede
Mas uma sede que parece interminável
Uma sede de sorrisos
De criatividade, de música
De risos, de calor, de sopa no prato
De minutos, de flashes, de tempo, de ar nos pulmões
De calças leves, de quintas-feiras
De garoas, de sono, de frio
De amor
De mim.
Eu me ví jogado em um banco de pedra, lépido, tomando a garoa no rosto
E nem uma sopa no prato
Nem um café na xícara
Nem um cigarro no cinzeiro
Nem uma vontade de dormir
Sinto frio, mas um frio de falta de calor
Do calor que queima a alma
Sinto frio, mas um frio que trinca os dentes
Mas por ser amante do inverno, aprendo a me deliciar com isso
Sinto sede
Mas uma sede que parece interminável
Uma sede de sorrisos
De criatividade, de música
De risos, de calor, de sopa no prato
De minutos, de flashes, de tempo, de ar nos pulmões
De calças leves, de quintas-feiras
De garoas, de sono, de frio
De amor
De mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário